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sábado, 12 de maio de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
Comunicado
Comunicado Nº2_CT 2018
Sistema de avaliação e desempenho (SAD), um sistema ferido na sua credibilidade.
1. Terminado o processo anual do Sistema de Avaliação e Desempenho (SAD) 2017, impõe-se registar o descontentamento generalizado dos Trabalhadores da ANA.
O SAD, por definição, é um instrumento de promoção de desenvolvimento do capital humano, que promova uma cultura de mérito, mas também identifique lacunas e para estas, as formas, os meios e os programas para as corrigir. Ações a desenvolver, sempre em prol do interesse de ambas as partes, a Empresa e os Trabalhadores. O SAD a vigorar na Empresa é da exclusiva competência e responsabilidade da Administração, mas, no plano dos princípios terá sempre que se pautar por valores e por regras nos quais todos os Trabalhadores se revejam.
Este ano, durante o exercício anual do SAD, a Comissão Executiva, impôs novas regras, materializada pela DRH, cujos resultados individuais globais de cada avaliação, ficaram desde logo condicionados, distorcendo assim, o que fora previamente acordado com os Trabalhadores nas suas fichas de avaliação. Calibrar (manuseamento dos resultados de avaliação) centralmente, em vez de tornar o SAD mais equitativo e justo entre pares, o que conseguiu foi enviesar os resultados finais.
Não se compreende, que de um momento para o outro, um conjunto vastíssimo de Trabalhadores que cumpriam as expectativas, ou mesmo as excediam, passem agora de forma administrativa, por força da calibração a ter uma avaliação num patamar inferior.
Afigura-se-nos então, que a dita calibração procurou exclusivamente degradar as notas de avaliação forçando a um aumento artificial, do número de Trabalhadores com nota inferior à nota inicialmente atribuída.
2. O MÉRITO DO ACIONISTA na maximização dos lucros da Empresa, nos últimos 5 anos, deveria ser partilhado com quem permitiu a sua realização por via do seu esforço, empenho e dedicação: os Trabalhadores. De facto, a procura constante por fazer mais e melhor aliada ao reconhecimento através da recompensa, tem como pretenso resultado de gestão o aumento da produtividade, mas também recompensar todos aqueles que trabalham na ANA Aeroportos, que contribuem para uma mais e melhor empresa, não se verifica no SEU todo.
Se os resultados económicos positivos relevantes têm uma transposição em prémios para as posições hierárquicas superiores, também é lógico que essas chefias liderem equipas com bons Trabalhadores, contudo não é isso que se constata; boas chefias com prémios, com equipas constituídas por Trabalhadores com avaliações sofríveis. Situação incompreensível Trabalhadores da Empresa.
O reconhecimento do mérito dos seus RH, é intrinsecamente um fator de motivação e como tal deveria ser tratado de forma alinhada com o aumento de resultados da empresa e ser assim instrumento de reforço da competitividade da organização.
A redução de "custos" a "qualquer preço" tem um impacte social e de produtividade, leia-se desmotivação, que individualmente pode ter no curto prazo menores consequências e assim passar despercebido, mas que coletivamente e a prazo é desastroso, insustentável e inaceitável, para o universo laboral da ANA.
Informamos os Trabalhadores que a CT entregou à Comissão Executiva ofício onde se manifesta o descontentamento geral dos trabalhadores da Empresa, sintetizada aqui neste Comunicado, estando o mesmo disponível, para consulta no http://ctrabalhadoresana.blogspot.com/.
A Comissão de Trabalhadores 13 julho 2018
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Comunicado Nº1_CT 2018
Tabela
Salarial ANA
Uma história tantos anos adiada!
Ao longo da sua
existência a Ana sempre fechou os seus exercícios de forma
positiva e distribuiu dividendos ao acionista, Estado. Porquanto, a ANA
sempre foi uma Empresa de Sucesso.
Na sua história mais
recente, período pós-privatização, a ANA continua a registar, sucessivamente,
resultados ainda mais positivos.
Reportando-nos aos 3
últimos anos, exercícios altamente positivos, concluímos que, sendo motivadores
para o acionista, como publicamente reconhecido, o deverão também ser para
todos aqueles que com a empresa estão envolvidos, nomeadamente, os seus
Trabalhadores.
O sustentado aumento de
tráfego, refletido no aumento de 61,70% de passageiros nos Aeroportos Nacionais,
devidamente acompanhado pelos negócios não aviação, tornou possíveis resultados
líquidos de 168 Milhões de Euros no ano de 2016. Cremos que, o ano 2017 não
será exceção, expectando-se fechar o exercício muito acima deste valor.
Em contrapartida, de 2013
a 2017, a ANA S.A, no somatório de todos os seus Aeroportos, reduziu o seu
efetivo em cerca de uma centena de Trabalhadores. Pelo que, os resultados atrás
mencionados, só foram possíveis graças ao elevadíssimo empenho, dedicação e
profissionalismo de todos os Trabalhadores do universo ANA, sem exceção.
Realidade para a qual a CT tem chamado a devida atenção junto das
Administrações ANA, S.A.
A confirmarem-se as
notícias, relativas à negociação no que aos aumentos salariais diz respeito,
informações que vamos colhendo através dos Sindicatos envolvidos nas
negociações, só podemos concluir que o mérito que nos cabe, nos resultados
obtidos, não está a ser reconhecido pela Empresa.
Ao contrário, julgamos
atentatória da dignidade profissional de todos, porquanto, incapaz de fazer
justiça às práticas da ANA, SA, em matéria de politica remuneratória dos seus
Trabalhadores.
Acreditamos que, ainda,
será possível salvaguardar os princípios e os valores nos quais os
Trabalhadores sempre se reviram.
A Comissão de
Trabalhadores está solidária com a inquietação auscultada no seio da Empresa.
Pois, empresas relativamente próximas, ainda que, não possam reclamar para si o
mesmo sucesso económico que a ANA, S.A., nem se integrem em grupos de dimensão
Mundial, como a VINCI, têm-se mostrado mais envolvidas e porquanto, mais
reconhecedoras do empenho dos seus Trabalhadores.
No âmbito das suas
atribuições, continuará esta CT a acompanhar de perto todo o processo. Para
tanto, solidarizamo-nos com os Sindicatos, num esforço de ver reconhecido o
mérito, o empenho e o profissionalismo de todos os Trabalhadores da ANA
refletidos numa atualização salarial que faça justiça à sua real contribuição,
nos resultados alcançados pela empresa.
Continuamos a acompanhar este
processo
A Comissão de Trabalhadores
16/03/2018
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Informação
Nº4_CT 2017
Projeto “Cêntimos Restantes”
Na sequência da informação Nº3_CT 2017, e de acordo
com o regulamento do projeto em assunto, informámos o coletivo de aderentes
sobre a sinalização de mais uma situação elegível e mobilizadora do nosso
empenho e solidariedade e, portanto, enquadrável no Projeto “Cêntimos
Restantes”. Assim, após cumpridos todos os passos do citado regulamento, foi
efetuada uma entrega de 2500€, via transferência bancária para a
conta da Vanessa da Conceição Agostinho, que sofre de Paralisia
Cerebral com Tetraplegia Espástica, e tem uma incapacidade com grau de
deficiência de 88%.
Para a eventualidade de algum trabalhador aderente ou
não aderente, pretender efetuar mais algum donativo extraordinário à Vanessa o
IBAN da conta para onde foi feita a transferência é:
PT 50 003502340000285730098
A gestão do projeto pretende-se clara e transparente,
pelo que em anexo a esta informação segue o comprovativo da transferência
efetuada. Mais se reforça, que todos os aderentes têm em qualquer altura acesso
a toda a documentação referente ao projeto, incluindo a bancária.
Toda a informação já divulgada incluindo o
Regulamento Cêntimos Restantes pode ser consultado em:
Se por casualidade ainda não és aderente, em anexo
segue igualmente o formulário de adesão, certamente que a Vanessa, a Mariana e
todas as situações que no futuro consigamos a ajudar agradecem.
Se para nós alguns Cêntimos não fazem certamente
diferença, para as famílias que pelas circunstâncias se enquadram no âmbito do
projeto, significa certamente MUITO.
Participa e colabora
sinalizando as situações que julgues elegíveis de ajuda!
A Comissão de Trabalhadores
21/11/2017
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Informação 3 CT Cêntimos Restantes
Informação
Nº3_CT 2017
Projeto “Cêntimos Restantes”
De acordo com regulamento projeto cêntimos
restantes, nomeadamente o artigo 4º do mesmo, informamos ter sido sinalizada
uma situação que se insere no âmbito do “Projeto Cêntimos Restantes”. A CT por
unanimidade aprovou o apoio ao caso agora sinalizado e disso deu nota na última
reunião com o Presidente do Conselho Executivo ANA Eng.º Carlos Lacerda.
Este caso afeta a sobrinha da nossa colega
Ana Pires e do colega Sérgio Pires do Aeroporto de Faro.
Assim sendo, a CT transcreve a
exposição enviada à CT pela colega Ana Paula Pires:
“A Vanessa da Conceição Agostinho, tem 25 anos, sofre de Paralisia
Cerebral com Tetraplegia Espástica, e tem uma incapacidade com grau de
deficiência de 88%.
A Vanessa movimenta-se em cadeira de rodas e depende totalmente da mãe
Carla Chagas da Conceição para as necessidades básicas do dia a dia.
Apenas as duas fazem parte do agregado familiar, uma vez que a Carla é
divorciada e não tem qualquer apoio, nem ajuda financeira por parte do pai da
Vanessa (o mesmo reside no estrangeiro).
O único apoio familiar que tinha era da avó materna da Vanessa, que tem
neste momento 80 anos e já não tem condições físicas para apoiar a mesma, pelo
que a Carla se encontra neste momento na situação de Assistência à Família a
Filho com Deficiência e recebe um Subsídio da Segurança Social de um pouco mais
de 400,00 €, mensais.
As duas vivem com este subsídio e com a pensão de invalidez da Vanessa,
pelo que é muito complicado fazer face a todas as despesas que a doença da
Vanessa acarreta.
A Vanessa e a Carla residem em Altura – Castro Marim, na Urbanização das
Laranjeiras, Lote 2 – R/C Dtº - 8950-414 Altura (habitação social).”
O apoio do “Projeto Cêntimos Restantes” será efetivamente
operacionalizado após 15 dias desta comunicação aos Trabalhadores.
O Projeto Cêntimos Restantes só faz sentido com a
participação de Todos NÓS.
Solicitamos a todos os aderentes ao identificarem algum caso
que se enquadre no âmbito do Projeto, nos façam chegar POR FAVOR
INFORMAÇÃO,
a sinalizar o mesmo.
A Comissão de Trabalhadores
26/09/2017
terça-feira, 19 de setembro de 2017
Comunicado 1_2017
Comunicado 1_2017
Seguro de Saúde
O plano de Saúde na ANA, faz parte e
está solidamente integrado e enraizado naquilo que orgulhosamente apelidamos de
“Cultura ANA”. Desde sempre serviu e proporcionou à Empresa, pelo que
representa uma forma privilegiada e quiçá única, de fidelização e motivação
dos Trabalhadores. Permitindo uma melhoria na qualidade e acesso aos cuidados
de saúde, reduzindo desta forma o absentismo e promovendo um aumento da
produtividade geral.
Nesta perspetiva, o
Seguro de saúde não é um custo, é um investimento que gera retorno para
a ANA, SA e para os Trabalhadores um fator de motivação, segurança e
confiança na Empresa.
Posteriormente recebeu a CT inúmeros contactos dos Trabalhadores
questionando sobre as novas condições. Ainda antes de qualquer esclarecimento,
todos nós percebemos que estávamos perante uma alteração significativa das
condições do Seguro de Saúde.
Esta renegociação reflete na sua globalidade um aumento que somos
forçados a apelidar de brutal, com impacto significativo no bolso dos Trabalhadores,
incidindo nomeadamente:
i)
Redução dos plafons;
ii)
Aumento da comparticipação para
filhos e conjugues.
A CT não se revê nem compreende que a
Empresa, face a resultados sistematicamente positivos e extremamente
motivadores, adote uma politica de compensação centrada em “prémios
selectivos e no plano Castor”, em detrimento de assumir no mínimo os custos
desta renegociação do Seguro de saúde.
Neste âmbito alertámos para a
necessidade de estudar uma solução do prolongamento do Seguro de Saúde,
envolvendo todos os Trabalhadores na procura da solução mais harmoniosa para
todos.
Iremos mostrar junto do CA na próxima
reunião a Insatisfação de todos nós.
A Comissão de
Trabalhadores
10/09/2017
Informação Nº2_CT 2017
Informação
Nº2_CT 2017
Pagamento
dos Descansos Compensatórios remanescentes
Na sequência das comunicações anteriores, relativamente ao
processo de Pagamento dos Descansos
Compensatórios a CT, na reunião no passado
dia 02/02/2017, com o digníssimo CA, o Exmo. Sr. Presidente, mais uma vez,
reiterou e confirmou a anterior informação relativa aos Descansos
Compensatórios remanescentes. Concretamente, sobre os 10 descansos
compensatórios que deveriam ter sido gozados de acordo com a “decisão
15/04/2016 do CG” e cujo gozo não se efetivou, somos a recordar:
·
Todos os Trabalhadores que não
gozaram os referidos descansos compensatórios, e caso assim o desejem, poderão
vê-los substituídos por remição em dinheiro, solicitando, por escrito, do
Trabalhador ao Diretor/Chefe de gabinete. Efetuando, portanto, procedimento
idêntico ao adotado anteriormente.
A Comissão de Trabalhadores
07/02/2017
Informação Nº1_CT 2017
Informação Nº1_CT 2017
Avaliação de Desempenho (SAD)
Avaliação de Desempenho (SAD)
Caros Colegas,
Está já a decorrer o processo de
avaliação de acordo com o Sistema Integrado de Desenvolvimento (SID), a CT
relembra a importância do mesmo, no impacto direto no desenvolvimento
profissional de todos os Trabalhadores.
O atual Acordo de Empresa regula, no Anexo
VI, a avaliação de desempenho remetendo no seu ponto 5. para manual próprio
disponibilizado na Intranet a todos os Trabalhadores.
ACORDO DE EMPRESA
ANEXO
VI
Avaliação
de Desempenho
1. A avaliação de
desempenho é um instrumento de gestão da exclusiva responsabilidade da Empresa,
que tem como objetivo atuar sobre o desenvolvimento individual e
organizacional, e é enformado pelas seguintes regras gerais:
1.1. É de
aplicação a todos os trabalhadores da Empresa;
1.2. Utiliza uma metodologia previamente dada a conhecer aos Sindicatos e aos trabalhadores e pauta-se por princípios de objetividade e transparência;
1.3. As avaliações são produzidas pelo titular do respetivo órgão de estrutura, que para o efeito se fará, obrigatoriamente, assessorar pelos responsáveis funcionais diretos do avaliado;
1.4. O Diretor é responsável pelas avaliações produzidas na respetiva Direção;
1.5. Respeita o direito de cada trabalhador ser informado e participar na definição dos critérios que presidirão à sua avaliação;
1.6. Respeita o direito de cada trabalhador ser informado do resultado da sua avaliação;
1.2. Utiliza uma metodologia previamente dada a conhecer aos Sindicatos e aos trabalhadores e pauta-se por princípios de objetividade e transparência;
1.3. As avaliações são produzidas pelo titular do respetivo órgão de estrutura, que para o efeito se fará, obrigatoriamente, assessorar pelos responsáveis funcionais diretos do avaliado;
1.4. O Diretor é responsável pelas avaliações produzidas na respetiva Direção;
1.5. Respeita o direito de cada trabalhador ser informado e participar na definição dos critérios que presidirão à sua avaliação;
1.6. Respeita o direito de cada trabalhador ser informado do resultado da sua avaliação;
2. A avaliação de
desempenho, entre outros efeitos, influenciará as condições de
desenvolvimento profissional, de acordo com o estipulado no Anexo III
(Acordo de Empresa).
3. Do resultado da avaliação de desempenho cabe recurso, no prazo de 30 dias úteis a contar do conhecimento da avaliação pelo trabalhador, para uma Comissão de Avaliação, constituída por um representante da Empresa e um representante do trabalhador, que apreciará a reclamação e emitirá parecer no prazo de 15 dias úteis.
4. O modelo de avaliação de desempenho será revisto quando necessário e dado a conhecer previamente aos Sindicatos.
5. As regras de funcionamento encontram-se em manual próprio. (disponível intranet)
3. Do resultado da avaliação de desempenho cabe recurso, no prazo de 30 dias úteis a contar do conhecimento da avaliação pelo trabalhador, para uma Comissão de Avaliação, constituída por um representante da Empresa e um representante do trabalhador, que apreciará a reclamação e emitirá parecer no prazo de 15 dias úteis.
4. O modelo de avaliação de desempenho será revisto quando necessário e dado a conhecer previamente aos Sindicatos.
5. As regras de funcionamento encontram-se em manual próprio. (disponível intranet)
Atentos às noticias de elevado
desempenho que a nossa empresa alcançou no ano de 2016, a CT acredita que no
final desta avaliação, veremos refletidos em cada processo individual o mérito
global do universo ANA. Processo que acreditamos será justo, transparente e
efetivamente reconhecedor do valor da cada Trabalhador, promovendo a gestão dos
seus Recursos Humanos nas suas diferentes vertentes.
A CT encontra-se disponível para todo
e qualquer esclarecimento que julguem pertinentes, em qualquer fase do
processo.
A Comissão de Trabalhadores
2 de
fevereiro de 2017
Informação
Nº3 CT 2016
Pagamento
dos Descansos Compensatórios
A CT informou, em comunicados anteriores, da intenção da empresa
ressarcir monetariamente todos os Trabalhadores dos descansos compensatórios
vencidos, acumulados e não gozados. A forma encontrada teve o nosso aval,
ficando o CA/DRH de dar informação a todos os Trabalhadores da forma como a
mesma se iria efetivamente processar.
Em reunião com o CA, foi referido à CT:
1.
O ponto de situação com o
apuramento global do número de dias de folgas por gozar, número de
Trabalhadores e estimativa orçamental em causa;
2.
Era do interesse da empresa
privilegiar o gozo das folgas de compensação vencidas, acumuladas e não
gozadas;
3.
Caso não fosse possível, aos
Trabalhadores cujos dias de descanso excedam os 10 dias poderiam ser remidos a
dinheiro, a pedido, por escrito, do Trabalhador ao Diretor;
4.
Relativamente ao limite de 10
folgas, foi-nos comunicado que surgiu por solicitação das direções e chefias, para
que pudessem ser gozadas de comum acordo, até ao final do ano.
Face às dúvidas entretanto surgidas sobre a calendarização e
processo de implementação, na última reunião a CT foi informada que o processo
de pagamento de descansos compensatórios já se encontra nas “mãos” dos
Diretores e Chefes de gabinete.
Contudo, à CT continuam a chegar informações que sugerem
diferentes interpretações nas diversas Direções sobre a aplicação desta medida.
E sobre as discrepâncias já identificadas, a CT solicitará o devido
esclarecimento na próxima reunião com o CA para posterior comunicação aos
Trabalhadores.
Não entende a CT a forma como este processo está a ser
implementado em algumas unidades, nomeadamente na correcta comunicação ou a
falta dela aos Trabalhadores, primeiros interessados no processo, patente na
forma dispare como cada unidade está a tratar da situação.
Apelamos a TODOS que exponham os casos que não tenham o
tratamento que a CT explanou.
A Comissão de Trabalhadores
13/06/2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Informação Nº 2_CT
2016
CÊNTIMOS RESTANTES
O projeto, “Cêntimos Restantes”, nasce
com a necessidade de ajudar a Mariana. Terminada a campanha “Vamos ajudar a
Mariana” e com os resultados conseguidos, reforçamos a ideia que este é um projeto
que se deseja de continuidade. À data, este movimento/projeto, já superou
mais de 200 adesões, número que a todos deve orgulhar sendo, no entanto, nossa
convicção que será possível crescer muito mais.
Nesta campanha, como anunciámos
anteriormente, fizemos uma entrega intercalar de 1000€ (mil euros), e iremos
fazer uma última transferência, no valor de 900€ (novecentos euros), valor em
saldo no final de março, data anunciada para a sua conclusão. Com este valor de
1900€ (mil e novecentos euros), foi possível ajudar a suprir algumas
necessidades mais prementes e assim acrescentar alguma qualidade de vida a esta
criança, atenuando igualmente o sofrimento dos que lhes são mais próximos.
Relembrando a nossa informação anterior,
onde divulgámos as linhas mestras do projeto e agora que a 1ª campanha chegou
ao fim, agradecemos que nos sinalizem situações que se enquadrem no espírito
deste projeto para podermos dinamizar nova campanha.
Não podemos deixar de salientar que com
alguns cêntimos por mês, a cada um de nós, podemos unidos, fazer toda a
diferença em situações extremas.
Por fim dizer que este projeto não é da
CT nem da Empresa, é de todos, e se hoje, solidariamente estendemos a
mão e entregámos felicidade e dignidade a esta criança, o amanhã será
certamente melhor.
A todos quantos contribuíram a Mariana
deixa um enorme beijinho de agradecimento
A
Comissão de Trabalhadores
___________________________
Comunicado Nº2_CT 2016
Avaliação de Desempenho
Comunicado Nº2_CT 2016
Avaliação de Desempenho
O
Sistema Integrado de Desenvolvimento (SID) visa o desenvolvimento
profissional dos Trabalhadores, promovendo a gestão dos seus Recursos Humanos
nas suas diferentes vertentes, permitindo a melhoria contínua do desempenho de
cada Trabalhador e das estruturas onde se encontram inseridos, concretizando-se
no limite, a otimização de toda a estrutura da empresa de acordo com a sua
estratégia.
No
entanto, com ele, a empresa pretende conhecer o desempenho dos seus
Trabalhadores e identificar possíveis carências e/ou necessidades de formação.
O
SID, em teoria, foi concebido para aproveitar o potencial endógeno dos seus
Recursos Humanos, conhecer e estruturar as necessidades de desenvolvimento e de
formação individual e de grupo. Sendo que um dos objetivos do sistema será
proporcionar aos Trabalhadores um desenvolvimento profissional que privilegie o
conhecimento e permita a melhor adequação entre Trabalhadores e funções,
potenciando o desempenho da Empresa.
O
Sistema Integrado de Desenvolvimento - SID engloba as seguintes componentes:
- Avaliação de desempenho - AD;
- Avaliação de potencial - AP;
- Necessidades de desenvolvimento - ND.
Atendendo
à importância do tema, pelo impacto direto no desenvolvimento profissional de
cada um de nós, abordaremos neste comunicado a Avaliação de Desempenho,
englobada no SID.
Na
Avaliação de Desempenho, recolhe-se a informação sobre o cumprimento dos
objetivos e as competências demonstradas ao longo do ano no desempenho da
função.
Considerando,
por um lado, a importância destes factos no presente (remunerações) e no futuro
(fundo de pensões) e, por outro que a classificação obtida impacta diretamente
na progressão profissional de cada um de nós, importa que:
- Cada avaliado seja conhecedor da essência do sistema nomeadamente:
- Os objetivos que a empresa espera que atinja;
- As bases e critérios de avaliação da sua performance;
- Timing das avaliações;
- Os avaliadores sejam, o mais possível, independentes, transparentes, justos e usem de equidade;
- Que os avaliados se revejam nas respetivas avaliações e classificações atribuídas;
- Que os objetivos propostos sejam quantificáveis e mensuráveis e que estejam na esfera de influência de cada um.
Quando
obtidos junto do CA e analisados os dados gerais de 2014 e comparando-os com o
modelo orientativo - curva de Distribuição Normal na Avaliação Global de
Desempenho do Guia Integrado de Desenvolvimento - concluímos, conforme mostra o
gráfico:
- Que o número de Trabalhadores dentro da classificação 3 excedeu em 18% o expectável como normal;
- Que o número de Trabalhadores com classificações entre 4 e 5, ficou abaixo do expectável
Dado que a maior percentagem de Trabalhadores se encontrarem avaliados com classificações entre [3-3.9] e daqui poder resultar, ou não, a progressão normal nas carreiras, solicitamos a distribuição efetiva dos Trabalhadores enquadrados nas avaliações entre [3-3.4] e [3.5-3.8].
Apesar
da nossa insistência, estes dados ainda não nos foram disponibilizados
dificultando-nos um maior conhecimento da realidade.
Relativamente
aos dados de 2015, foram-nos dados na última reunião. Anexam-se na tabela
infra, comparados com os dados de 2014.
Ano de 2014
|
Ano de 2015
|
|
Classificação
|
Percentagem
Trabalhadores
|
Percentagem
Trabalhadores
|
ENTRE
4,5 e 5
|
8%
|
3,8%
|
Entre
4 e 4,4
|
20%
|
30%
|
Entre
3 e 3,9
|
69%
|
63,3%
|
Entre
2 e 2,9
|
3%
|
2,3%
|
Entre
0 e 1
|
-----
|
0,1%
|
Foram
solicitados dados adicionais ao CA, nomeadamente dados por categoria e direção
de forma a ser possível a comparação entre pares e direções.
Pela nossa análise,
dos dados disponibilizados, a empresa comprimiu as avaliações no ano de 2014
para valores que torna difícil ou mesmo impossível a passagem de nível,
em dois anos, para muitos Trabalhadores. Fomos informados que subirão, este ano,
245 trabalhadores, mas não sabemos quantos Trabalhadores, fruto da compressão
das avaliações em 2014, não vão poder subir.
A empresa usa a AD
apenas para fins de redução e controlo da massa salarial e não mostra qualquer
tipo de preocupação com as outras duas componentes do SID, a AP e ND que são de
grande importância para os Trabalhadores desenvolverem as suas potencialidades,
e consequentemente melhorar seu desempenho.
A Avaliação
de desempenho é hoje um instrumento determinante no percurso de todos os
Trabalhadores, pelo que a CT se manterá atenta a todo este processo, sabendo
que o sistema não é perfeito e que interessa a bem de todos, Empresa e
Trabalhadores, melhorá-lo.
A
melhoria só será possível com o feedback dado por todos vós.
Por
isso, participa ativamente no processo
A
Comissão de Trabalhadores
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